sábado, 19 de fevereiro de 2011

* Raças Adâmicas. Os Arianos. Suas virtudes. Suas rivalidades.

Raças Adâmicas. Os Arianos. Suas virtudes. Suas rivalidades. 


Amigos,
A GRANDE VIRTUDE DOS ÁRIAS EUROPEUS - A misericórdia do Cristo, porém, jamais deixou de acompanhar esse grande povo no seu atribulado desterro.

 Jesus - Governador Espiritual do Planeta Terra

Ao influxo dos seus emissários, as massas migratórias da Ásia se dividiram em grupos diversos, que penetraram na Europa, desde o Peloponeso até as vastas regiões da Rússia, onde se encontram os antepassados dos gregos, latinos, samnitas, úmbrios, gauleses, citas, iberos, romanos, saxônios, germanos, eslavos.


Essas tribos assimilaram todos os elementos encontrados em seus caminhos, impulsionando-lhes os passos nas sendas do progresso e do aperfeiçoamento. Enquanto os semitas e hindus se perderam na cristalização do orgulho religioso, as famílias arianas da Europa, embora revoltadas e endurecidas, confraternizaram com o selvagem e nisso reside a sua maior virtude. Assimilando os aborígenes, engendraram as premissas de todos os surtos das civilizações futuras.


Nessa movimentação para o estabelecimento de novo "habitat", organizaram as primeiras noções políticas da vida coletiva, elegendo cada tribo um chefe para a direção de sua vida em comum. A agricultura, as indústrias pastoris, com elas encontraram os primeiros impulsos nas estradas incertas dos que descendiam do "primata" europeu.


Com as organizações econômicas, oriundas do trato direto com o solo, deixaram perceber a lembrança de suas lutas no antigo mundo que haviam deixado. Bastou que inaugurassem na Terra o senso da propriedade, para que o germe da separatividade e do ciúme, da ambição e do egoísmo lhes destruísse os esforços benfazejos... As rivalidades entre as tribos, na vida comum, induziram-nas aos primeiros embates fratricidas.


O MEDITERRÂNEO E O MAR DO NORTE - Por essa época, novos fenômenos geológicos abalam a vida do globo. Precisava Jesus estabelecer as linhas definitivas da grande civilização, cujos primórdios se levantavam; e dessas convulsões físicas do orbe surgem renovações que definem o Mediterrâneo e o Mar do Norte, fixando-se os limites da ação daqueles núcleos de operários da evolução coletiva.



O Cristo sabia valorizar a atividade da família indo-européia, que, se era a mais revoltada contra os desígnios do Alto, era também a única que confraternizava com o selvagem, aperfeiçoando-lhe os caracteres raciais, sem esmorecer na ação construtiva das oficinas do porvir.


Através dos milênios, aliviou-lhe os pesares no caminho sobrecarregado de lutas e dores tenazes. Assim, enviou-lhe emissários em todas as circunstâncias, atendendo-lhe os secretos apelos do coração, no labor educativo das tribos primitivas do continente. Suavizou-lhe a revolta e a amargura, ajudando a reconstruir o templo da fé, na esteira das gerações.


Nos bosques da Armórica, os celtas antigos levantaram os altares da crença entre as árvores sagradas da Natureza. Doces revelações espirituais caem na alma desse povo místico e operoso, que, muito antes dos saxões, povoou as terras da Grã-Bretanha. A reencarnação de numerosos auxiliares do Mestre, em seus labores divinos, opera uma nova fase de evolução no seio da família indo-européia, já caracterizada pelas mais diversas expressões raciais. Enquanto os germanos criam novas modalidades de progresso, o Lácio se ergue na Itália Central, entre a Etrúria e a Campânia; a Grécia se povoa de mestres e cantores, e todo o Mediterrâneo oriental evolve com o uso da escrita, adquirido na convizinhança das civilizações mais avançadas.

Os textos acima foram extraídos do livro “A Caminho da Luz”, ditado pelo Espírito Emmanuel, psicografado por Francisco Cândido Xavier, 11ª ed. 1982, FEB, cap. 6: A família Indo-européia.


Saber sobre a existência das raças adâmicas nos instiga a averiguar as causas de seu exílio para a Terra! Os motivos que provocaram o exílio desses irmãos e a sua dolorosa caminhada evolutiva em um novo ambiente planetário, bem mais rude e primitivo do que a evoluída Capela, nos ajudam a começar a compreender a estória mitológica de Adão e Eva e a queda do paraíso. É isso mesmo!!! Adão, Eva, Caim, Abel, a árvore do fruto proibido, a serpente falante, a queda do paraíso, e outras figuras bíblicas são símbolos e metáforas que expressam acontecimentos e características espirituais, todos muito importantes e que merecem os nossos melhores estudos para a perfeita compreensão do que significam!!!
Abração a todos.
Marcelo Badaró Duarte

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