terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

* Raças Adâmicas. A civilização egípcia.

Raças Adâmicas. A civilização egípcia.


Amigos,
A civilização egípcia era a que menos débitos tinha perante as leis de Deus e perante a própria consciência. Possuíam uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Uma saudade torturante do paraíso perdido foi a base de todas as suas organizações religiosas.
Em nenhuma civilização da Terra o culto à morte foi tão altamente desenvolvido.


Os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução da época não comportava.



Em seus círculos religiosos mais fechados, os estudiosos e sábios tinham conhecimento da existência do Deus único e absoluto, bem como da existência de espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais do planeta.



Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a idéia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa fraqueza das almas satisfazendo-as com as expressões esotéricas de suas lições sublimadas. Daí surge a mitologia.


Os sacerdotes tebanos conheciam, de maneira precisa, a evidência do corpo espiritual que pode exteriorizar-se de cada criatura para ações úteis ou criminosas. Cultivam a mediunidade em grau avançado, atendem a complexas aplicações do magnetismo, traçam disciplinas à vida íntima e comunicam-se com os desencarnados de modo iniludível, consagrando-lhes reverência especial. Nesse campo de conhecimento mais nobre, reencarna-se Moisés como missionário da renovação, para dar à mente do povo a concepção do Deus Único, transferindo-a dos recintos iniciáticos para a praça pública.
As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de frescos, apresenta-se o homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual. Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processos de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.”


Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo. Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.
A maioria dos espíritos exilados de um dos orbes do Sistema de Capela e que viveram na Terra formando a civilização egípcia, segundo o espírito Emmanuel, para lá já retornaram. Mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservaram-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.
Os textos acima foram extraídos do livro “A Caminho da Luz”, ditado pelo espírito Emmanuel e psicografado por Chico Xavier.


Vale a pena conferir.
Na próxima postagem falaremos sobre as pirâmides.
Abração a todos.
Marcelo Badaró Duarte


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